Mas afinal, o quê muda na alimentação para a prática esportiva?

O nosso corpo nasceu para o movimento. Se você ainda não é um praticante de atividade física, incluir esse hábito na sua rotina só te trará benefícios e não deve ser negociável. 

Portanto, se não há restrição médica, mantenha isso em seu radar todo o tempo!

Dito isso, você já deve ter se perguntado qual a diferença entre comer para viver e comer quando treinar.

  • Será que preciso mudar algo na alimentação?
  • É só comer “um pouco mais” ou “um pouco menos” para equilibrar as calorias?
  • Apenas comendo saudável, consigo atingir meu objetivo?
  • Preciso de suplementos?
  • É normal me sentir tão cansado?


São muitas perguntas que podem causar inquietação, mas fique tranquilo! Abaixo você encontrará uma explicação simples sobre o papel da nutrição nesses casos e isso deixará mais claro qual é o seu momento atual.

O quanto a alimentação importa para a atividade física? 

Quando falamos de prática esportiva, existem níveis do espaço que o esporte ocupa em nossa vida e quais as preocupações levar em consideração em cada caso.

Antes de tudo você deve responder a seguinte pergunta:
O que eu quero com essa prática esportiva?” 

Essa resposta é o que definirá o caminho que sua alimentação deve seguir a partir de agora.

A maior parte das pessoas costuma fazer musculação, crossfit, alguma atividade aeróbica principal ou complementar, se encaixando em algum dos grupos abaixo:

  • Pessoas sedentárias que queiram iniciar alguma atividade física;
  • Pessoas que já tem uma rotina de treinamento regular e moderada, que estão em busca de bem-estar, saúde ou melhora de algum marcador nos exames;
  • Pessoas que e aliar a alimentação para um objetivo estético (ganho de massa muscular, perda de gordura).
  • Pessoas que estejam se sentindo muito indispostas para o treinamento que fazem atualmente.


Se você faz parte de algum desses grupos, frequentemente pode se sentir perdido, perceber sua fome, humor e disposição oscilando sem saber o que fazer ou qual estrutura de alimentação seguir.

Neste caso, o ajuste da alimentação vem associado à preocupações como:

  • Estabelecer bons hábitos e uma rotina alimentar saudável para o cenário de vida atual;
  • Garantir a ingestão de calorias adequada (sem ultrapassar ou deixar faltar);
  • Garantir uma proporção ideal de macronutrientes (carboidrato, proteína e gordura) para o seu objetivo;
  • Garantir a ingestão adequada de micronutrientes (vitaminas e minerais) para funcionamento pleno do corpo;
  • Adequar as refeições corretamente para o tipo e momento do treino,
  • Avaliar se existe alguma carência  nutricional que possa estar afetando sua disposição e bem-estar

Para estas pessoas, o tipo de acompanhamento mais conveniente é a Consultoria Nutricional, onde você terá as ferramentas necessária para chegar onde deseja, levando em conta seu cenário atual. 

Iniciei a redução de alimentos de origem animal por conta própria aos 11 anos e por muito tempo permaneci sem readequar a alimentação, acreditando que o simples “retirar as carnes” me faria mais saudável.

Com o tempo passei  entender que muito mais importante do que aquilo que eu excluía do meu prato, era o que eu incluía nele, e decidi me aprofundar no assunto.

Estreitar a relação com a nossa alimentação, perceber todo seu contexto e possibilidades nos aproxima de mudanças que são muito simples, possíveis e benéficas.

Hoje trabalho com foco em alimentação plant-based (à base de plantas), que nada mais é do que uma alimentação composta majoritariamente por alimentos de origem vegetal.

Minha missão é orientar qualquer pessoa, seja ela vegetariana, vegana, onívora ou em transição, a alcançar uma alimentação mais equilibrada, sustentável, e reduzida em alimentos de origem animal; caminhando sempre para uma relação mais gentil consigo mesmo, com outros seres e com o planeta.